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Dia 28/08, Sextaa-feira, as 20:00h
 
Live com Janaina Leopardi e Túlio Caminha
@embuscadosagradofeminino e @janainaleopardi @tulioramoscaminha @paterhomens
 
Tema: O Impacto do Sistema Patriarcal na Sexualidade
 
Vamos refletir juntos sobre o Sistema Patriarcal e o impacto de seus valores, crenças e comportamentos na Sexualidade contemporânea?
.
A sociedade atual vive sob a égide do patriarcado, sistema cultural que remonta sua origem nos tempos antigos da Grécia. Um sistema que abrange todos os seres humanos, envolvidos em uma rede de poder, hierarquia, supostamente amparado na concepção da superioridade masculina. Esse conceito é na verdade subjetivo e invisível, pois não tem base cientifica ou mesmo biológica.
Porém um dos grandes efeitos do patriarcado é ter produzido uma geração de homens que não fazem contato com seus sentimentos e emoções, são seres refratários ao que se refere ao “sentir”.
Querem amar, mas não podem! Precisam chorar, mas não podem!
São frágeis em muitos momentos, mas não podem se mostrar vulneráveis.
O que os homens fazem com tudo isso? Como é a expressão do Masculino vulnerável na sexualidade?
No antigo Sistema Matriarcal, a autoridade era cultural em oposição ao poder político enfatizado pelo Patriarcado.
Houve um momento histórico em que as crenças que prevaleceram foram de que os homens geravam a nova vida, e de que a mãe apenas a nutria no seu corpo. A nova vida era atribuída a linhagem masculina. E o Arquétipo da Mãe Geradora da vida, e Grande Mãe foi sendo perdido. A Autoridade e direitos do pai passaram a ser vistos como absolutos. O homem criou novas leis de acordo com suas crenças, juntamente com o surgimento da Política, do Militarismo e do comércio. Este novo sistema gerou a estratificação social, e as mulheres passaram a ser consideradas e vistas como subordinadas. O Deus supremo foi reconhecido sob a ótica da Sociedade Patriarcal. E no Ocidente, o Modelo vigente e religioso foi o Judaico-Cristão, que elegeu um único Deus, excluindo as faces da Deusa e sua tradição antiga.
Templos de Amor deram lugar à Casa do Senhor, acarretando um deslocamento do papel Feminino nos Ritos religiosos. O Deus supremo com face Masculina, é concebida do Virgem Maria, retirando o prazer feminino e o poder gerador da vida perpetuado pelo arquétipo da Virgem. As faces preponderantes do feminino, reproduzem apenas a face da Virgem, da Mãe e da prostituta.
Sob a nova Tradição, por exemplo, Eva, a primeira esposa de Adão representa o o papel do feminino esperado, submissa ao Pai criador. A segunda esposa, Lilith foi renegada por se recusar à um modelo de submissão, considerada posteriormente como prostituta. O Arquétipo da Sedução, prazer seria entendido como a ruína dos homens e Eva teria sido tentada pelas forças demoníacas. A sensualidade feminina deixa de ser uma dádiva e passa a ser rebaixada e explorada – papel da prostituta profana e não mais sagrada.
Quais crenças envolve hoje o corpo Feminino, e seu prazer?
Quais comportamentos permeiam a Sexualidade Feminina e Masculina?
Qual o impacto do Patriarcado hoje?
Tulio Ramos Caminha: Licenciatura Plena em Ed. Física. Especialista Em Psicomotricidade Relacional. Especialista em Dinâmicas de Grupo
Terapeuta Corporal
Facilitador do Movimento Guerreiros do Coração
Docente Pós em Psicologia Transpessoalamos refletir juntos sobre o Sistema Patriarcal e o impacto de seus valores, crenças e comportamentos na Sexualidade contemporânea?
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A sociedade atual vive sob a égide do patriarcado, sistema cultural que remonta sua origem nos tempos antigos da Grécia. Um sistema que abrange todos os seres humanos, envolvidos em uma rede de poder, hierarquia, supostamente amparado na concepção da superioridade masculina. Esse conceito é na verdade subjetivo e invisível, pois não tem base cientifica ou mesmo biológica.
Porém um dos grandes efeitos do patriarcado é ter produzido uma geração de homens que não fazem contato com seus sentimentos e emoções, são seres refratários ao que se refere ao “sentir”.
Querem amar, mas não podem! Precisam chorar, mas não podem!
São frágeis em muitos momentos, mas não podem se mostrar vulneráveis.
O que os homens fazem com tudo isso? Como é a expressão do Masculino vulnerável na sexualidade?
No antigo Sistema Matriarcal, a autoridade era cultural em oposição ao poder político enfatizado pelo Patriarcado.
Houve um momento histórico em que as crenças que prevaleceram foram de que os homens geravam a nova vida, e de que a mãe apenas a nutria no seu corpo. A nova vida era atribuída a linhagem masculina. E o Arquétipo da Mãe Geradora da vida, e Grande Mãe foi sendo perdido. A Autoridade e direitos do pai passaram a ser vistos como absolutos. O homem criou novas leis de acordo com suas crenças, juntamente com o surgimento da Política, do Militarismo e do comércio. Este novo sistema gerou a estratificação social, e as mulheres passaram a ser consideradas e vistas como subordinadas. O Deus supremo foi reconhecido sob a ótica da Sociedade Patriarcal. E no Ocidente, o Modelo vigente e religioso foi o Judaico-Cristão, que elegeu um único Deus, excluindo as faces da Deusa e sua tradição antiga.
Templos de Amor deram lugar à Casa do Senhor, acarretando um deslocamento do papel Feminino nos Ritos religiosos. O Deus supremo com face Masculina, é concebida do Virgem Maria, retirando o prazer feminino e o poder gerador da vida perpetuado pelo arquétipo da Virgem. As faces preponderantes do feminino, reproduzem apenas a face da Virgem, da Mãe e da prostituta.
Sob a nova Tradição, por exemplo, Eva, a primeira esposa de Adão representa o o papel do feminino esperado, submissa ao Pai criador. A segunda esposa, Lilith foi renegada por se recusar à um modelo de submissão, considerada posteriormente como prostituta. O Arquétipo da Sedução, prazer seria entendido como a ruína dos homens e Eva teria sido tentada pelas forças demoníacas. A sensualidade feminina deixa de ser uma dádiva e passa a ser rebaixada e explorada – papel da prostituta profana e não mais sagrada.
Quais crenças envolve hoje o corpo Feminino, e seu prazer?
Quais comportamentos permeiam a Sexualidade Feminina e Masculina?
Qual o impacto do Patriarcado hoje?
 
Tulio Ramos Caminha: Licenciatura Plena em Ed. Física. Especialista Em Psicomotricidade Relacional. Especialista em Dinâmicas de Grupo
Terapeuta Corporal
Facilitador do Movimento Guerreiros do Coração
Docente Pós em Psicologia Transpessoal
 
Janaina Leopardi – Graduação em Psicologia na UFSC em 2003.
Pós graduação em Gestalt-terapia no Instituto Gestalten/Fpolis.
Pós graduação em Arteterapia no CISAT/ Itália.
Pós graduação em Gineterapia e Formação de Base na Unipaz/Fpolis.
Docente no Curso de Pós graduação em Psicologia Transpessoal/ Instituto Atitude Ahimsa desde 2020.* Disciplina Psicologia Analítica Junguiana.
Docente em Gineterapia Mistérios femininos e Cuidado Integral a Mulher/ ITECNE, desde 2015.
Estudiosa dos Arquétipos, Mitos e Fábulas. Integro a Arte, a Mitologia e a Psicologia da Gestalt ( fluxo figura e fundo/Fronteiras de contato/ configuração do Todo) em meus Atendimentos clínicos.
Trabalha atualmente com grupos de Mulheres ( grupo Las Lobas).

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